quarta-feira, 28 de abril de 2010

O GATO VIVE OU MORRE?

Olá meus queridos e complexos leitores.

Estou aqui, novamente, para trocar algumas ideias com vocês. E hoje, para a alegria de alguns e a tristeza de outros, não irei falar de cinema. O motivo? Não é o fato de eu estar cheia do saco de filmes, isso jamais. Ou menos ainda pelo fato de eu não ter visto nenhum filme bom nos últimos dias. Estou abdicando, nesse post, do tema "filme" por dois simples motivos: mudar um pouco o assunto e fazer vocês pensarem ainda mais a respeito do que nos cerca.

Preparem-se leitores, pois hoje o assunto vai ficar mais sério do que já era. E além de sério, vai ficar complicado. E quem sabe, vai até queimar alguns dos neurônios que habitam as cabeçinhas preocupadas de vocês. No post dessa quarta-feira, meus queridos, irei falar de física quântica. Imagino que vocês devem estar pensando: Pronto, agora ela pirou de vez. Mas, na minha defesa, comunico que eu não pirei. Eu simplesmente venho me interessando muito no assunto. E ao ver a série Flashforward, que fala MUITO em física quântica, toda a teoria ficou ainda mais instigante para mim.

Pois bem, vamos a parte boa do negócio (ui!).

Vocês, queridos leitores, que são pessoas de mente aberta e que estão sempre em busca de um assunto novo para jogar na rodinha da fofoca, já devem ter ouvido falar na física quântica. Até porque, hoje em dia, é um assunto que engloba várias descobertas sobre a nossa existência e sobre o nosso (possível) futuro. Ou seja, é um assunto super atual e que todo mundo vem falando.

Existem vários sites que tentam explicar as teorias mais mirabolantes da física quântica. Mas eu, na minha humilde ignorância matemática/física/química, mais me complico do que outra coisa. Por esse motivo, tentarei ser breve e explicar as teorias de maneira simples. E vejam, caros amigos, que falarei aqui apenas de algumas teorias. Nada muito impossível de entender, mas que fará com que vocês repensem suas vidas e fiquem um tantinho atordoados. Por isso já falo de antemão, pessoas sensíveis e que são suscetíveis a influências, NÃO LEIAM ESSE POST.



Vamos aos fatos.

Em primeiro lugar, devo dizer que a física quântica ainda não é 100% aceita como uma ciência exata. Isso devido ao comportamento errático dos quanta (as partículas quânticas), o que torna os experimentos empíricos impossíveis de acontecerem. Ou seja, todo experimento quântico é chamado de "experimento mental" (pois fica só na mente, não sai da teoria). Mas, mesmo não sendo aceita por todos os cientistas, as ideias e teorias dessa área da física não deixam de ser enigmáticas e super interessantes.

Existem três teorias da física quântica que me agradam. A primeira delas é talvez a mais fácil de entender. O que vocês fariam se algum dia uma pessoa chegasse para vocês e dissesse que não importa o que vocês pensem, façam ou deixem de fazer, todas as possíveis ações que vocês tomariam irão acontecer. Não importa se vocês decidam comprar um carro ao invés de uma moto, ambos resultados para uma certa decisão sempre serão vivenciados. Isso, pois, antes de tomarmos uma decisão, o universo se divide em dois e as duas escolhas acontecem ao mesmo tempo. Ou seja, se eu escolhesse comprar a moto, a Louise da outra divisão teria escolhido comprar o carro. E essas escolhas levariam cada Louise a outras escolhas, que mais uma vez seriam tomadas e novamente o universo se dividiria em dois. Louco não? Esse é o princípio da Teoria dos Muitos Mundos. Essa teoria basicamente diz que nossa realidade é apenas uma divisão de uma pré-ação. Ou seja, tudo que vivenciamos está, em uma outra realidade, totalmente diferente (pois essa outra realidade é uma divisão com acontecimentos opostos aos nossos).


Outra teoria que segue a mesma linha de raciocínio seria a do "Suicídio Quântico" (ou também chamada de "Imortalidade Quântica"). O nome pode soar meio bizarro, mas leiam tudo com atenção que vocês verão o porquê dessa nomenclatura. Imaginem que um homem, cansado da sua vida, decide cometer suicídio. Para tal ação, esse homem compra uma arma e coloca várias balas no tambor. Ele então aponta a arma para si, e aperta o gatilho. Nesse momento, a arma falha. O homem, surpreso, aperta o gatilho várias vezes. Mas mesmo assim, a arma não dispara. Frustrado, ele decide largar a arma e seguir com o a sua vida. Porém, mal sabe ele que em uma realidade paralela, essa mesma arma funcionou e o matou. Como? Simplesmente pelo fato de que após uma determinada ação, os quanta se movimentam em dois sentidos (horário e anti-horário), gerando uma divisão do universo e de seus acontecimentos. Resumindo, ela fala que depois de fazermos algo, dependendo de como estão se movimentando as partículas, seguimos para um caminho ou para outro (sendo que um "eu" paralelo seguiria o caminho oposto). Fizeram a conexão com o nome né? Suicídio, pois a teoria exemplifica com uma tentativa de suicídio; Imortalidade, pois mesmo tentando se matar, se o homem deu a sorte (ou o azar) de os quanta girarem para uma certa direção, ele pode nunca vir a falecer.



A terceira teoria vai meio que no sentido oposto a essas duas. Ela se chama "O Gato de Schrödinger" (até que o nome bizarro combina com a teoria estranha). Essa teoria, diferente das demais, não fala em divisões de realidade. Muito pelo contrário, ela diz que ambos acontecimentos são vivenciados ao mesmo tempo, mas no fim, só um resultado é obtido. Vamos primeiro saber sobre como o estudo se deu, para depois entendemos a teoria. Erwin Schrödinger, um físico vienense, montou uma caixa com alguns objetos estrategicamente posicionados: uma pequena dose de material radioativo e um contador Geiger (que mede a radiação). O contador, por sua vez, foi montado de maneira que quando percebesse o decaimento do material radioativo, acionaria um martelo posicionado para quebrar um frasco contendo uma dose letal de ácido cianídrico. Depois disso, o físico colocou seu gato dentro da caixa e a fechou. Como o gato estava fora do alcance visual, o físico explicou que ambas as possibilidades (de o gato ter morrido pelo ácido e de nada ter sido acionado) aconteciam ao mesmo tempo. Isso, pois, o gato passaria a existir em um estado desconhecido, já que a comprovação de seu destino ainda não existia. O princípio básico da teoria seria que, ao não vermos o resultado de um experimento, todas as possíveis "rotas" estavam sendo traçadas ao mesmo tempo. Para o gato, o resultado era apenas um. Para o observador, que estava privado de acompanhar o teste, todas as possibilidades aconteciam igualmente. No final, todas as experiências eram vividas em realidades alternadas, mas que somente levavam a um possível resultado.


Loucura ou não, ficção ou realidade, não podemos deixar de pensar "e se isso for verdade?". Sinceramente, eu gosto de pensar que em uma realidade paralela, existe uma Louise super feliz e de bem com a vida, que está sempre se dando bem nas suas escolhas, e que tem em todas as suas rotas somente vivências benéficas. Mas também não posso deixar de pensar que se o mundo realmente funciona assim, então eu não tenho muito domínio sobre os fatos que acontecem na minha vida (pois, afinal, não sei em qual "divisão" de escolhas eu vou parar). Mas que é bom pensar que pelo menos em alguma vida eu sou 100% saudável e feliz, posso dizer com toda certeza que é extremamente bom.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

O MUNDO É BÃO, SEBASTIÃO

Olá intelecto leitor.

Cá estou eu para mais um post. Decidi deixar de lado a escassez de comentários no meu blog. Não me importo mais se alguém lê o que eu escrevo ou se as pessoas lêem mas não acham tempo de comentar. Eu fico feliz apenas de colocar minhas ideias e pensamentos para fora da minha cabeçinha pensante.

Pois bem, o filme da vez é "A Órfã". Finalmente, consegui alugar o bendito DVD. Esse foi um dos títulos que eu tentei alugar da outra vez, mas que não tinha na locadora. O motivo para tal milagre? Troquei de locadora, pois a antiga nunca tinha os filmes que eu queria.

Na real, algo MUITO errado.

Voltando ao filme... Começaremos primeiro com um breve resumo. O filme trata da história de uma família, que depois de perder um bebê, resolve adotar uma menininha mais velha (com o intuito de completar o círculo familiar). O que antes parecia ser uma vida com um futuro promissor, acaba por se tornar o verdadeiro inferno na Terra. Porque? Simplesmente pelo fato de a menininha adotada ser uma manipuladora psicótica e assassina. Não vou contar o final, porque não quero estragar o filme pra quem não viu. Só vou dizer que ele é ao mesmo tempo inteligente e bizarro.

Vocês devem estar se perguntando que diabos eu quero falando de um filme de terror. Pois bem queridos leitores, hoje irei falar sobre adoção. Não quero falar do assunto para dar lição de moral em ninguém. Na verdade, esse post vai ser mais um post de fofoca do que outra coisa. Afinal, é sexta-feira leitores amados, vamos relaxar que o finde tá chegandooo!

Eu sei que a maioria das pessoas acha que a adoção é uma atitude bonita, linda e maravilhosa. Não se enganem leitores, eu também acho isso. Mas também acredito que a adoção muitas vezes é feita para mascarar um problema latente na família. No caso do filme, a família quis resolver os seus problemas e tapar os "buracos do passado" adotando uma menininha. Ok, quem lê meu blog provavelmente vai dizer: "Ah, mas a mãe do filme teve que tirar o útero, e como eles queriam mais um filho, adotaram". Sim, ela teve. Mas se vocês colocarem suas patinhas na consciência, verão que no fundo, ela quis suprir a falta da filha que morreu adotando outra menina.

Vocês leitores, que são pessoas bem-resolvidas, inteligentes e que colocam a caixola pra funcionar, acompanhem meu raciocínio. A adoção, quando feita corretamente e pelo motivo certo (que seria esse proporcionar uma vida melhor a uma pessoinha que está precisando) é correto e super válido. Mas quando a adoção ocorre por um desejo de "suprir necessidades pessoais", sempre acaba dando em m***a. Afinal, se a pessoa adota outra por motivos de satisfação própria ou por motivos esdrúxulos, no final de tudo, a adoção é um ato de puro egoísmo.

Vai um bebê ai, tio?

Outro problema na adoção é a modinha que acabou virando. Nesse mundo louco e divertido, é cada vez mais comum as pessoas se afastarem da sanidade e irem em direção a geral da "vida loka". Hoje em dia, se uma pessoa quer estar por dentro, ela não precisa mais comprar um carro, um notebook ou um iPod. Basta ela visitar um país de terceiro mundo e sair de lá com uma criança em seus braços. Depois que as belezuras ai de cima resolveram adotar uma criança de cada país pobre do globo, todo mundo quis fazer que nem o casal Brangelina. A gollum da Madonna fez. A moça lá do Grey's Anatomy também fez. Até o Wolverine da vida adotou uma criança.

Vamos ver se esses ai se empenham e conseguem chegar na marca da Mia Farrow, que tem nada menos que 10 pimpolhos adotivos. Só esperamos que não hajam mais papais que nem o Woody Allen, que ao invés de ajudar a criar os filhos, fica pensando em ter mais filhos com suas filhas (eita confusão bunita!).

Nas palavras de Nando Reis (que dá o título ao post), "O mundo é bão, Sebastião".

domingo, 11 de abril de 2010

SONHO OU PESADELO?

Oi pessoas que se interessam pelo meu blog (se é que tem alguém que lê o que eu escrevo; até agora, não tive nenhum comentário). Como prometido, estou aqui para falar do segundo filme que eu aluguei. Ok, eu não prometi que voltaria, mas meio que ficou nas entrelinhas, já que eu falei dele no post anterior.

Enfim. Vamos aos trabalhos.

Primeiramente, algumas explicações. O segundo DVD que aluguei  foi “Guerra Ao Terror”.  Desde o Oscar, fiquei muito curiosa para ver o filme. Na verdade, sempre que um filme ganha prêmio por ser o melhor do ano (seja o Oscar, Globo De Ouro ou prêmios Europeus), eu fico louca para vê-los.  Não pela premiação, e sim para analisar o conteúdo e ver se ele realmente merecia o prêmio que levou. E, como no caso desse, as vezes os filmes não merecem ganhar tudo que ganham.

Antes de me atirarem mil pedras, escutem o que eu tenho para falar. Eu fiquei feliz por este filme ter ganhado vários prêmios, pois sei que é uma história diferenciada, e que mostra um lado dos soldados que não estamos acostumados a ver. Também fiquei super feliz por uma mulher ter levado o pêmio de melhor diretora (acho que as mulheres não são valorizadas nesse ramo). Mas, sinceramente, fiquei  surpresa quando o "GAT" levou a estatueta de melhor filme do ano.

Não achei o filme ruim, pelo contrário, achei ele muito bem feito. Exatamente como eu tinha previsto, as filmagens foram muito bem elaboradas, e os efeitos especiais muito bem feitos. Mas, na minha opinião,  o melhor filme deve englobar vários aspectos que façam inúmeras pessoas (com gostos diferentes) sentirem-se atraídas pela história e pelas filmagens. O "GAT" fica na categoria guerra/violência, e não é todo tipo de gente que curte essa temática. O Avatar, por outro lado, é um filme blockbuster, que já é feito com o intuito de atrair todo tipo de pessoa e de gosto (gente, foi o James Cameron que fez, precisa falar mais que isso?).


 Sonho vs. Pesadelo


Tá, mas esse assunto não é o que eu quero falar. O que realmente me interessa aqui é comentar a minha análise do filme.

Como todos já sabem, o "GAT" é um filme sobre desarmadores de bomba que trabalham na guerra do Iraque. Até aqui, nada de novo. Porém, uma coisa me incomodou muito durante todo o filme. Tirando o terror psicológico constante, que até nos faz passar mal  (as filmagens acontecem meio que em tempo real, para sentirmos exatamente a agonia que os soldados experimentam nessas situações), um fator me deixou muito intrigada. Pensem comigo, caros e inteligentíssimos leitores.

Que tipo de perspectiva de vida uma pessoa que trabalha desarmando bombas deve ter? O que leva um ser humano a colocar a sua vida em risco, de maneira que todo o dia ao acordar, ele pense que "esse pode ser seu último dia na Terra"? Quais fatos e traumas devem ser experimentados a ponto de  formar tamanha personalidade autodestrutiva? Será que podemos considerar um trabalho desse tipo honroso, ou devemos pensar que na verdade, é uma forma de se auto-flagelar?

Leitores, me ajudem a entender esses fatos.

Não estou tachando ninguém de louco. Não estou dizendo que todos que trabalham arriscando suas vidas sofreram traumas e passaram por infâncias horríveis. E de certa maneira, é bom pensar que existem pessoas que preferem arriscar suas vidas em prol de um bem maior, do que nunca arriscar nada e no fundo não fazer a mínima diferença para mudar o mundo. Mas eu fico pensando que, ao mesmo tempo em que isso é lindo e maravilhoso, também é muito triste e caótico. É de certa forma uma maneira indireta de suicídio.

Não sei se eu sou uma hipponga do novo século, que vive pelo princípio de "Make Love, Not War" ("Faça Amor, Não Faça Guerra"), mas eu não consigo ver esse tipo de trabalho como algo que realmente valha a pena. Obviamente, para a pessoa que o faz, ele é sim extremamente gratificante (e de certa forma, ele ajuda muitas outras pessoas). Mas eu não conseguiria viver sob tamanha pressão, pensando todo dia se eu poderei ver o nascer do sol de amanhã.

Para mim, as pessoas que pensam assim, ou são extremamente altruístas, ou são extremamente autodestrutivas. O que vocês pensam sobre isso?

quinta-feira, 8 de abril de 2010

VERONIKA (RE)DECIDE VIVER

Ontem aluguei dois filmes que estava há horas louca para ver. Na verdade, queria ter pegado no mínimo uns cinco, mas todos os outros três já haviam sido locados. Como a lista de filmes para alugar estava escassa, peguei esses dois e decidi alugar o resto outra semana.

Resolvi assistir esses filmes por motivos diferentes. Um, queria ver pelo conteúdo da história. O outro, porque ganhou vários prêmios no Oscar (além de eu estar curiosa com a qualidade da filmagem). Seguindo meus instintos (ou como diria Haley Joel Osment, meu sexto sentido), aluguei os benditos DVDs.

Por enquanto, vi apenas um deles.


O primeiro, "Veronika Decide Morrer", foi o que eu decidi (olha o trocadilho!) ver antes. Comecei por ele porque gostei da sinopse. Desde que estava em cartaz, o filme havia chamado a minha atenção. Talvez por ser um filme de drama, daqueles que dá vontade de ver porque nos conectamos com a personagem e suas teorias de vida. Talvez por ser uma adaptação do Paulo Coelho, escritor que eu considero ter uma visão realista e profunda da vida humana. Seja como for, foi ele que me chamou mais a atenção.


O filme, em si, é meio parado. O início dele foi interessante, mostrou algumas cenas detalhadas da Veronika (Sarah Michelle Gellar) se matando, além de nos dar uma idéia de como ela se vê no mundo e vê o mundo. Mas o desenrolar do filme, que é longo e meio devagar, acaba deixando a desejar. O mais engraçado é que, uns 10 minutos antes de terminar, o filme volta a ter ação. Nada muito impressionante.


A história, por outro lado, é bem bonita. E pra quem é sensível e consegue tirar lições de vida a partir de eventos fictícios, ele vale a pena ser visto. Eu sou uma dessas pessoas. Porém, caro leitor, eis o meu pequeno grande problema. Problema esse que me acompanha já faz muito tempo. Ouça-o (ou leia-o) e me ajude a entender minha cabeçinha complicada.


Mesmo tirando lições maravilhosas de filmes e livros; mesmo vendo, e de certa maneira vivenciando, vidas miseráveis e sofridas (que me fazem agradecer pela minha própria); mesmo com todos os insights que tenho; mesmo depois de todas essas aparentes mudanças, eu ainda não consigo mudar meu jeito de viver a vida. Eu tento leitor, eu tento do fundo da minha alma inquieta, mas não consigo. É como se, no final, eu soubesse que aquilo tudo não faz parte de mim.


Será essa “não mudança” uma relutância inconsciente? Será que no fundo do meu coraçãozinho, lá bem profundamente enterrado nas minhas entranhas, estou feliz do jeito que eu vivo e não penso em mudar para, digamos, melhor? Será que eu estou tão agarrada a esses padrões de vida, tão imersa em meus próprios desejos e devaneios, que fico cega aos “chamados” de mudança? Serei eu, querido leitor, uma pessoa como todas as outras? Que até pensa em mudar, mas não se dá ao luxo de tentar?


Se eu sou tudo isso, ainda não tive o prazer (ou quem sabe, desprazer) de descobrir. Como algum sábio disse algum dia: “sei que nada sei”.

"For you, I won't"

#1 - LEITURA OBRIGATÓRIA

[Este primeiro post servirá como sinopse do que será escrito nesse blog]

O blog irá basear-se quase 99% em filmes. Ou seja, se você não gostar de cinema, talvez a única coisa que te motive a ler meu blog será o conteúdo catártico da minha escrita.

Aqui irei discutir e analisar todo e qualquer tipo de filme, seja antigo seja atual. Além disso, irei fazer um link do filme com a vida real, comparando as histórias e estórias. Algumas vezes, os posts serão mais pessoais; outras vezes, mais gerais e amplos.

Seja qual for o motivo da sua visita, obrigada por ler minhas palavras. Espero que goste do conteúdo, e torne-se um leitor assíduo.

P.S Aos gaúchos de plantão, informo que não escreverei o pronome "tu" pois o "você" é mais facilmente compreendido e universalmente usado. Não desgosto do pronome da nossa terra natal, mas creio que desse modo, meus posts serão entendidos mais facilmente. Obrigada pela compreensão.